sábado, 3 de setembro de 2011



                                      

Será que vale mesmo a pena todo o sofrimento? Todas as lágrimas? Todos os pensamentos voltados para uma só pessoa que nem ao menos sabe que você pensa nela? Acha que realmente é bom sofrer em silêncio? Ter que parecer forte o suficiente na frente de todos quando o que você mais queria era desabar? Eu sou forte, eu me considero forte, carrego um sorriso estando feliz ou triste, não importa, apenas quem realmente me conhece saberá a diferença. Animo as pessoas, gosto de ver as pessoas felizes, prefiro demonstrar uma felicidade que eu não tenho do que mostrar minha triste e deixar os outros tristes, já é o suficiente chorar no chuveiro ou na cama sozinha, ninguém precisa me ver desabar, as vezes não consigo segurar, mas na maioria das vezes consigo ser forte, é o costume, palavras que me machucam fazem abrir um sorriso em meu rosto. Masoquista? Não, é a lei da sobrevivência, talvez se eu pensar que não está doendo, e que eu posso abrir um sorriso cada vez que uma coisa me deixa triste, eu possa realmente acreditar que eu estou feliz.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011






Puts, aconteceu de novo, mais uma vez eu quebro a cara, mais o pior é que a culpa de tudo isso não é sua, não é minha, é da droga do sentimento que vem sem pedir licença e que me domina sem ao menos pedir passagem, sinto que eu não sou a opção. O pior de tudo é que eu sei que eu não vou ter coragem o suficiente pra dizer tudo o que ta engasgado, mais eu sei que eu vou ter força o suficiente pra encarar o que está por vir, com um sorriso nos lábios, e um aperto no coração. Mais na pratica eu já to acostumada, e que venha mais uma ilusão, e que, por favor, passe rápido. (:

quinta-feira, 25 de agosto de 2011


                                            

Dá pra você ir pra merda, pra puta que pariu, pra casa do caralho, pra qualquer canto possível menos pro meu coração? Agradeço desde já (:

sábado, 20 de agosto de 2011






A vida continua e a insegurança  passa acima de todos os meus limites. Maldita insegurança que me impede de viver, de sorrir, de falar sobre o que eu sinto. Maldito medo de ser rejeitada. É ruim quando eu tento fazer algo e os pensamentos me botam pra baixo, pensamentos de que eu não consigo e não vou conseguir nunca. Hei, eu quero conseguir, hei eu quero ser feliz, hei, eu quero falar sobre tudo que eu sinto, não quero ser uma caixa de segredos fechada a cadeado, será que dá pra ser ou tá difícil?

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Meu silêncio...





Há coisas que eu preciso dizer mais simplesmente não saem da minha boca, sentimentos que eu prefiro que fiquem guardados, não quero quebrar a cara, prefiro o meu silêncio, e o que eu sinto calada, é melhor esconder do que falar e ter conseqüências ruins, eu sei que você é pra mim o que eu não sou pra você. A pior coisa é um sentimento reprimido, mas eu prefiro assim, quem sabe um dia a tal coragem bate na porta e faça com que eu consiga dizer tudo. E, por favor, coragem, chegue logo antes que seja tarde demais, como sempre. 

quinta-feira, 28 de julho de 2011







As coisas realmente acontecem sem a gente menos esperar, ou quanto mais a gente não quer uma coisa ela acontece, já percebeu?  E ai te vem um ódio, uma raiva de tudo, porque justamente a coisa que você não queria aconteceu. Mas se a gente perceber, talvez essas coisas só vem pra nos deixar mais maduros, pra nos deixar mais ligados com a vida. Eu realmente odeio tudo isso, e como sempre, isso vai estar guardado dentro de mim, e ninguém precisa saber (: . 

“Com o tempo você vai aprendendo a guardar seus sentimentos só pra si mesma. Não por medo, mas por saber que ninguém dá à mínima”

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Crescendo...



 Vendo a vida passar assim tão rápido, ontem eu nasci e hoje já estou com 17, quase de maior e ainda não sei quem eu vou ser, muitos momentos que só restam lembranças, coisas boas, felizes e agora vem a tal responsabilidade, talvez eu queira ou não queira, mas será que eu sou feliz agora? Ou fui feliz antes? Quando eu ainda não imaginaria que ficar quase adulta seria tão rápido. É fácil ver o tempo passar quando você ainda é pequena, porque ele passa tão devagar, e a partir dos 15 anos, o tão esperado 15 anos, o tempo voa, é como um filme acelerado, as coisas acontecem tão rápidas, ou não acontece quase nada, mas passa tão depressa, que quando você percebe já ta quase lá, quase adulta, quase responsável, passou tão rápido e não tenho nada de tão emocionante pra dizer, talvez esse ultimo ano eu possa ser um pouco irresponsável, ainda não to adulta, posso tentar desacelerar meu filme, um ano pode até passar rápido, mas eu posso fazer bastante coisas que eu me orgulhe quando eu for adulta, e ai eu vou poder dizer que eu realmente aproveitei as minhas fases.



“Hoje não importa quantos anos nós temos, sempre podemos escolher. Desde o momento que comemos a primeira papinha, estamos fazendo uma escolha. Está em cada um de nós a responsabilidade de escolher a sua própria vida, seu próprio caminho. A questão é: ao crescer teremos coragem suficiente para fazer isso?” – Diego Bustamante(Rebelde).